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Inicialmente, dentro do Plano de Investimentos em Logística (PIL) voltado à aviação regional, lançado pelo governo federal em dezembro de 2012, a SAC previa investimentos nos aeroportos de Pato Branco e Francisco Beltrão – as duas principais cidades da região, separadas por menos de 60 quilômetros. Como estudos preliminares apontaram que os investimentos seriam altos para adequar os dois aeroportos para que a demanda da região fosse atendida plenamente, e pela proximidade dos terminais, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que apenas um dos aeroportos fosse priorizado.
Foi então que surgiu uma proposta da Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná (Amsop) sugerindo a implantação de um novo terminal na região. Um levantamento encomendado pela entidade mostrou como mais adequadas pera receber o empreendimento duas áreas no município de Renascença, às margens da BR-280, entre Pato Branco e Francisco Beltrão. A partir de agora, a SAC se comprometeu a inserir em um edital que será lançado em junho a contratação de estudos prospectivos para definir, efetivamente, qual é o local mais adequado para receber o aeroporto regional.
Porém, a realização de todos os estudos, projetos, liberação de licenças e execução da obra deve levar ao menos oito anos, em uma previsão otimista. Por isso, durante a reunião dessa sexta foi levantada a necessidade de que algum dos outros aeroportos da região receba investimentos imediatamente para que a região fique apta a receber voos comerciais regulares desde já. “Sem dúvida, essa é uma necessidade”, afirmou Campagnolo, ressaltando que a decisão de qual aeroporto receberá as melhorias deve seguir critérios técnicos e econômicos.
Como a SAC afirma não poder assumir esse investimento, já que aplicará os recursos disponíveis no projeto do novo aeroporto, nas próximas semanas representantes do governo estadual, prefeituras e setor produtivo novamente voltarão a se reunião para discutir as possibilidade viáveis.

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