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A menina Tabata desapareceu na tarde de terça-feira quando foi levada para a escola.
A menina Tabata Fabiana Crespilho da Rosa, de apenas 6 anos, residente em Umuarama, cidade localizada na região noroeste do Paraná, desapareceu por volta das 13h da última terça-feira (26), quando foi levada para a escola Rui Barbosa pelo irmão mais velho. O caso teve um desfecho nada feliz.




Com a descoberta do desaparecimento [VIDEO], a #Família registrou boletim de ocorrência, e a mãe, na tentativa de encontrar Tabata, divulgou nas redes sociais uma foto da garota descrevendo a roupa que a menina estava usando (short jeans, regata vermelha, sapatilha amarela) e informando que a garota portava uma bolsa cor-de-rosa. A postagem no #Facebook foi amplamente divulgada no intuito de tentar ajudar a encontrar a garota.



As investigações

A #Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso e, desde então, vem realizando buscas juntamente com o apoio da família, Defesa Civil e da população, com a intenção de encontrar alguma pista para elucidar o caso. Após a realização de várias diligências, durante a quarta-feira (27), a Polícia Civil encontrou uma pista de que a garota poderia estar morta.



As pistas levaram até o suspeito Eduardo Leonildo da Silva, de 30 anos, que, em um primeiro momento, negou o crime. Posteriormente, o rapaz confessou ter matado a menina Tabata e indicou o local onde havia enterrado o corpo, em uma área rural.

Segundo informações da Polícia, a menina foi morta por enforcamento, porém o corpo não tinha marcas de agressão. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) para realização de autopsia para confirmar a causa da morte.


Boatos sobre a morte da garota e sobre a prisão do suspeito se espalharam pela cidade, e a população revoltada, antes mesmo do interrogatório do suspeito, concentrou-se em frente à delegacia de Umuarama.

Uma multidão de pessoas fez um protesto nada pacífico em frente ao local. Toda a fachada e a lateral da delegacia foram depredadas. Muitas pessoas queriam invadir o local e, gritando, ameaçavam o acusado de linchamento. Algumas viaturas da polícia e carros que estavam estacionados em frente ao prédio foram incendiados. A multidão transformou a situação em uma verdadeira guerra. Os presos que estão detidos na carceragem da delegacia aproveitaram o tumulto para iniciar uma pequena rebelião e tentar fugir.

Como não foi possível realizar a oitiva do acusado no local, o rapaz foi transferido para outra unidade, que, por segurança, teve que ser mantida em sigilo.

A Polícia Civil não divulgou mais detalhes sobre o caso, mas já se sabe que o acusado está cumprindo pena em regime semiaberto pelo crime de homicídio contra uma adolescente de 15 anos.
Fonte: http://br.blastingnews.com/brasil/2017/09/caso-da-menina-de-6-anos-que-estava-desaparecida-tem-final-comovente-002044569.html

Foi confirmada pela polícia a morte de Tabata Fabiana Crespilho Rosa, de 6 anos. A menina estava desaparecida desde a tarde de terça-feira, por volta das 13.
Suspeito, Eduardo Leonildo da Silva, 30 anos, foi detido no final da tarde de quarta. Ele reside no Parque Danieli e seria conhecido da família. Os policiais chegaram até suspeito após um vídeo de câmera de monitoramente mostrar que Tabata teria entrado em um veículo Gol, branco, modelo antigo.

Informações preliminares são de que ele indicou aos policiais a localização do corpo da criança, na região do bairro Sonho Meu – o local exato ainda não foi divulgado para evitar tumulto. O suspeito foi interrogado pelas equipes da Polícia Civil de Umuarama e do Sicride (Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas). Inicialmente ele negou o crime. Depois confessou e voltou a negar.


Enquanto o suspeito era interrogado, a mãe de Tabata, Fernanda Crespilho e seu padrasto Willian, conversaram com a imprensa e informaram que Silva seria conhecido ‘de vista’. Disseram que ele teria sido preso e que recentemente foi solto – e que depois que ele retornou não o tinham mais visto.

Justiça com as próprias mãos


Assim como aconteceu na década de 1980, a população umuaramense mais uma vez tentou invadir a delegacia para fazer justiça com as próprias mãos. Manifestantes se deslocaram até a delegacia após saberem que o suspeito estava sendo interrogado no local.


Assim que o tumulto começou a se formar, Silva foi transferido.


Milhares de pessoas se aglomeraram no entorno da 7ª Subdivisão Policial. Muitos jogaram pedras e pedaços de pau e ferro, quebrando as vidraças do prédio e inclusive ferindo pessoas que estavam no interior.

Pelo menos três veículos que estavam em frente a delegacia foram incendiados e outros foram virados


Houve tentativa de fuga em massa dos presos. Reforços foram solicitados para a polícia militar de várias cidades. Os primeiros a chegarem foram os policiais do 7º Batalhão, de Cruzeiro do Oeste.


Ainda não há informações sobre feridos.

Confira vídeos e fotos sobre a manifestação em frente à delegacia:







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