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Presidente regional do partido, João Leite Schmidt, deve entregar comando do partido ao deputado federal Dagoberto Nogueira. 

Odilon (à direita) brinda com amigos (Foto: Reprodução/Internet)
Suposta crise entre as suas principais lideranças poderá implodir a pré-candidatura do PDT ao governo de Mato Grosso do Sul, encabeçada pelo juiz federal aposentado Odilon de Oliveira. 

Odilon lidera a corrida sucessória estadual, segundo atestam alguns institutos de pesquisa, tendo como principais adversários o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e o ex-governador André Puccinelli (MDB). 

Por causa de divergências internas, o presidente regional do partido, João Leite Schmidt, deve entregar o comando do partido ao deputado federal Dagoberto Nogueira. Ele, no entanto, nega a rebelião e garante que sairá na direção do PDT apenas para se dedicar à coordenação da campanha do ex-magistrado. 

Considerado polêmico desde que pertencia ao Judiciário, Odilon usa discurso linha dura contra os rivais, alegando principalmente que não aceita em seu palanque partidos cujos políticos estejam sendo investigados por corrupção. 

Essa linha de raciocínio afastou a possibilidade de aliança com alguns partidos, como o PT, que sempre foi aliado histórico.

No mês passado, o deputado federal Zeca do PT, presidente regional do partido, descartou qualquer possibilidade de aliança com o PDT nestas eleições. Segundo ele, o pré-candidato do partido brizolista  não representa a ideologia da esquerda. 

"O PDT fez a opção de uma candidatura de direita. O candidato deles é conservador. Se diz dono da verdade. Não se posiciona", afirmou durante convenção regional do PT.

Odilon é alvo de acusações segundo as quais, tem apoio de lideranças ligadas à suposta contravenção para chegar ao poder em Mato Grosso d Sul. Com informações do Correio do Estado.

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