0


O candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) lidera isolado a disputa eleitoral com 30,4% no Estado do Rio de Janeiro. Em 2º lugar está Marina Silva (Rede), com 15 pontos percentuais a menos, alcançando 15,3% das intenções.
Ciro Gomes, do PDT, obteve 9,4%. Em seguida, aparecem empatados pela margem de erro Fernando Haddad (PT), com 5,4%, e Geraldo Alckmin (PSDB), com 4,1%. O percentual de quem não votaria é de 20,4% no Estado.
Os dados são da (eis a íntegra) Paraná Pesquisas, divulgados neste domingo (2.set.2018). Foram entrevistados, entre os dias 25 e 30 de agosto, 1.860 eleitores em 46 municípios do Rio de Janeiro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O estudo está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o nº BR-03855/2018.
Eis o resultado da pesquisa:
pesquisa poder 360
LULA INELEGÍVEL
A Paraná Pesquisa também testou cenário com o ex-presidente Lula. Neste, Jair Bolsonaro e o petista estão tecnicamente empatados, com 28% e 26,3%, respectivamente.
No entanto, com decisão do TSE na madrugada de sábado (1.set.2018), Lula está inelegível e não deve disputar a eleição como candidato a presidente da República.
Eis o resultado da pesquisa:
pesquisa poder 360 2

Bolsonaro domina uma das asas do Plano Piloto

Ricardo Noblat cita uma pesquisa encomendada pelo PT do Distrito Federal, segundo a qual “quase metade dos eleitores que moram na Asa Norte [de Brasília] votará em Jair Bolsonaro”.
Em cenário sem Lula, Bolsonaro lidera com 26%, diz pesquisa BTG Pactual
O 1º levantamento de intenção de voto do banco BTG Pactual, realizado pela FSB Pesquisa, após o início da propaganda eleitoral na TV e no rádio indica uma queda acima da margem de erro no percentual de intenção de votos do ex-presidente Lula no cenário espontâneo, em que não são apresentados os nomes dos candidatos.
O resultado é 1 empate com o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, ambos com 21%. No mesmo cenário da pesquisa BTG/FSB realizada há uma semana, Lula tinha 26% e Bolsonaro, 19%.
Os outros candidatos aparecem todos empatados na margem de erro, com menos de 5%.
Pesquisa BTG Pactual - Gráfico 1
O levantamento da FSB Pesquisa, contratado pelo BTG Pactual, ouviu 2.000 pessoas em 27 unidades federativas nos dias 1º e 2 de setembro. A margem de erro é de 2,0 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-01057/2018. Leia a íntegra do relatório.
A curva completa de evolução dos candidatos, em todos os tipos de cenário, pode ser analisada no agregador de pesquisas do Poder360. Saiba como usar a ferramenta.
LULA LIDERA PESQUISA ESTIMULADA
Já no cenário em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lula se mantém isolado na liderança.
Na pesquisa estimulada feita nos dias 25 e 26 de agosto, Lula tinha 35% e Bolsonaro 22%. Agora, na realizada em 1º e 2 de setembro, Lula registra 37% das intenções de voto contra os mesmos 22% do militar. Eis uma comparação dos 2 resultados:
Pesquisa BTG Pactual - Gráfico 2
No cenário com Haddad como candidato petista, Bolsonaro lidera com 26%, bem à frente de Ciro Gomes (PDT), que tem 12%, Marina Silva (Rede), com 11% e Geraldo Alckmin (PSDB), com 8%. Fernando Haddad pontua apenas 6%.
Pesquisa BTG Pactual - Gráfico 3
Nos 2 cenários, o tucano Geraldo Alckmin aparece empatado na margem de erro com outros candidatos em 3º lugar. Pontua de 6% a 8%, sem apresentar crescimento nos primeiros dias da campanha eleitoral.

É Ciro o herdeiro de Lula (O Antagonista)

Fernando Haddad é ruim de voto. Ao mesmo tempo, ele tem um monte de porta-vozes na imprensa.
Um integrante da cúpula do PT disse para o Valor que, se Lula insistir com sua candidatura, seus votos serão herdados por Ciro Gomes.
E mais:
“Embora o PT conteste os números da pesquisa do banco BTG Pactual feita pela FSB Pesquisa, divulgada ontem, há a percepção de que a sondagem captou o movimento de migração dos eleitores. Sem Lula, é justamente Ciro quem vai para o segundo turno com o candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Na espontânea, Lula já empata com Bolsonaro, ambos com 21%. Há uma semana, Lula tinha 26% e Bolsonaro, 19%.”

O cálculo lulista

Lula deve estar esperando o Datafolha para decidir o que fazer.
Se Fernando Haddad mostrar que pode vencer, vai ser o candidato do PT.
Caso contrário, é melhor manter a candidatura do condenado e perder atirando, com o argumento (chancelado pela ativista da ONU) de que o Brasil sofreu um golpe.

Lula e o governo Bolsonaro

Lula vai esticar a corda no TSE porque está se lixando para Fernando Haddad.
É o que diz Merval Pereira:
“Perder a eleição não seria o pior cenário para o PT, que poderia compensar essa perda com a eleição de fortes bancadas no Congresso e no plano estadual, para comandar a oposição a um possível governo Bolsonaro.”

O nordestino não entende Haddad

“As pesquisas qualitativas do PSDB indicaram que o programa do PT foi mal recebido em Recife”, disse a Folha de S. Paulo. “O eleitor nordestino não teria conseguido entender qual é o papel de Haddad na propaganda.” 
Nem o Haddad entendeu.

Lula frustrou Haddad

Fernando Haddad está frustrado com Lula.
Segundo Andréia Sadi, ele pensou que o criminoso fosse coroá-lo ontem à tarde.
Ocorreu o contrário:
“Não só Lula jogou um banho de água fria nos planos de Haddad como não deu previsão de quando vai liberar o ex-prefeito para candidatura presidencial.
Diante deste cenário, Haddad e seus aliados temem o impacto real da transferência de votos de Lula”.

PT X PT

Lula está humilhando Fernando Haddad da mesma maneira que humilhou Ciro Gomes.
O poste aceita calado, porque depende do criminoso condenado pela Lava Jato para se eleger. Às escondidas, porém, ele ataca Gleisi Hoffmann, a porta-voz dos caprichos do presidiário.

Lula contrariado em passar bastão (BR18/ESTADÃO)

Lula está contrariado em passar o bastão da candidatura do PT à Presidência. Ainda assim, estaria sendo convencido a deixar que o PT lance Fernando Haddad em ato no dia 11, quando se encerra o prazo para a troca de candidato do partido dado pelo TSE. Segundo a Folha, mesmo se o partido obtiver liminar em algum dos recursos, a ideia mais difundida hoje é mesmo lançar Haddad, pois o PT teme ficar sem tempo de operar a transferência dos votos de Lula para o ex-prefeito de São Paulo.

‘O boneco de ventríloquo’

Em artigo publicado nas suas redes sociais, o presidente nacional do PPS, Roberto Freire, bate pesado em Fernando Haddad, o chamando de “boneco de ventríloquo” de Lula. “Que papel subalterno está exercendo esse professor universitário, um intelectual lulopetista, que foi considerado por muitos uma ‘promessa de renovação'”, critica.
“Quem é candidato mesmo, nessa sandice lulopetista, é o ficha-suja presidiário de Curitiba, condenado em primeiro e em segundo grau, na Justiça Federal, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, considerado inelegível por oito anos, pela Justiça do Estado Democrático de Direito. Esse senhor da foto nesta postagem (Haddad) é apenas o avatar, uma espécie de boneco de ventríloquo. Isso é o que ele mesmo proclama aos quatro ventos”, diz Freire, que apoia a candidatura de Geraldo Alckmin. /M.M.

O banho quente de Lula (em O Antagonista)

Fernando Haddad tomou um banho de água fria de Lula porque o presidiário ainda acha que Jaques Wagner pode ser um banho de água quente.

O operador apoia Haddad

O PT está em pé de guerra.
Fernando Haddad e Gleisi Hoffmann disputam o trono lulista.
O Antagonista soube que, nessa disputa, Fernando Haddad conta com o apoio de Breno Altman, homem de José Dirceu.
Vendo os aliados do poste, Lula prefere ganhar tempo antes de decidir o que fazer.

O sentimento do eleitor de Bolsonaro

O general Augusto Heleno comemora os ataques de Geraldo Alckmin a Jair Bolsonaro.
Na opinião dele, diz a Folha de S. Paulo, “o sentimento de perseguição do establishment contra o deputado do PSL vai recrudescer”.

Bolsonaro na Globo

Paulo Guedes levou Jair Bolsonaro para um encontro com João Roberto Marinho, disse a Veja.
Ele fez bem. O candidato do PSL tem de parar de macaquear os ataques de Lula à TV Globo.
"JORNALISMO LACRADOR", por Rodrigo Constantino 
"Havia uma grande esperança do establishment: que Bolsonaro fosse “desidratar” quando a campanha começasse e as entrevistas colocassem o candidato contra a parede. Até agora não se viu nada disso. No Roda Viva, na GloboNews e no Jornal Nacional, o que se viu foi um candidato engolindo seus entrevistadores, todos aprisionados numa bolha cognitiva.

A surra dessa semana foi no JN. Renata Vasconcellos tentou apertar Bolsonaro sobre a questão da desigualdade salarial entre homem e mulher, uma pauta endossada pelo movimento feminista radical. Só há um problema: é falso que mulheres ganham menos, dada a produtividade. Quando o entrevistado puxou da cartola que o próprio William Bonner ganha mais do que a colega, gerou mal estar, mas não mentiu.

Se os jornalistas lessem Thomas Sowell em vez de tentar “lacrar” atendendo as demandas dos movimentos organizados, saberiam que esse papo de desigualdade é pura falácia. O que se faz é manipular estatísticas distorcendo seus resultados, ignorando conceitos como média, comparando laranja com banana.

A agenda LGBT também foi trazida à tona, novamente para “lacrar” com a turma do Projaquistão. No entanto, o candidato lembrou que o problema não é com homossexual, mas sim com a doutrinação em sala de aula, para crianças. Ao mostrar um livro aprovado pelo MEC para escolas infantis, os entrevistadores entraram em pânico e pediram para Bolsonaro não expor o material no ar. Ou seja, o público da Globo não pode ver aquilo que crianças aprendem nas escolas públicas. Outro gol do candidato.

O xis da questão aqui é o mundo à parte em que nossos jornalistas vivem. Trata-se de uma bolha “progressista”, que se fechou para os reais anseios da população, do povo comum. Bolsonaro fala a essa gente, que quer mais segurança, rigor contra marginais, decência nas escolas, empregos e saneamento. Mas a mídia insiste em sua agenda “lacradora”, dominada pelos movimentos coletivistas que mergulharam nessa “revolução das vítimas”.

Ninguém aguenta mais essa asfixia do politicamente correto, a ponto de alguns confundirem o combate a essa postura com ser tosco ou boçal (sem dúvida há uma boa quantidade deles apoiando Bolsonaro). Mas esse papo desarmamentista não seduz mais ninguém. Quando o candidato pergunta se é para reagir aos bandidos com flores, ele toca a fundo no telespectador, aquele que não anda em carros blindados.

Bolsonaro está longe de ser um ótimo candidato, e não sabemos se vai mesmo vencer. Mas o fenômeno em si já foi fundamental para retratar o quadro lamentável do nosso jornalismo. Acostumada a só dar voz ao esquerdismo, quando aparece um “homem comum” só resta à imprensa rotular: extrema direita! O povo, porém, enxerga bom senso.

Artigo originalmente publicado pela revista IstoÉ"
Tags:
 
Fonte: Poder360

Postar um comentário

 
Top