0

Em dias como hoje, quando tudo acontece tão rápido, você ainda se lembra de qual é o seu maior sonho?

Cada pessoa tem em sua mente o que seria a vida ideal. O que teria que acontecer para que sua vida se tornasse plena e feliz?
Para alguns, o maior sonho de vida é formar uma família;
Outros se imaginam realizados após obter sucesso em sua área de atuação;
O sonho de morar no exterior e conhecer outras culturas é o cenário de vida ideal para várias outras;
Em contrapartida, há pessoas que desejam morar em uma cidade pequena do litoral ou do interior e ter pleno contato com a natureza.
Mas quantas dessas pessoas conseguem efetivamente concretizar os seus sonhos?
Infelizmente, um número muito pequeno.
Quando paramos para imaginar o que seria a vida plena para nós, geralmente, surgem diversas coisas em nossa mente. É até desafiante escolher por onde começar essa construção. Nesse estágio, é muito comum vermos mais dificuldades do que oportunidades. E, com isso, os sonhos parecem impossíveis de serem realizados
Talvez agora você esteja se perguntando se dá para ser diferente.
Posso te garantir que sim, e vou te revelar como no decorrer deste artigo!
Muitas vezes, pensamos tanto nos desafios que precisamos vencer, que adquirimos a crença que para conseguir alcançar nossos sonhos, tudo tem que ser sofrido e com dificuldade, senão não somos merecedores. Essa mentalidade é cultural, passada de pai para filho. Mas está longe de ser verdade absoluta.
As crenças negativas acabam nos limitando e afastando de nossos objetivos, pois ao lembrarmos, imediatamente esbarramos em todos os desafios e dificuldades que precisamos passar para, talvez um dia, alcançarmos a realização de nossos sonhos.
E quando focamos mais nas dificuldades do que nas oportunidades, desenvolvemos uma série de emoções negativas, como:
  • Baixa autoconfiança e autoestima
  • Insegurança
  • Timidez
  • Fobias e pânico
  • Vícios
  • Ansiedade
  • Depressão
A International Stress Management Association no Brasil apontou que quase 60% dos brasileiros tem baixa autoconfiança e autoestima. A baixa autoestima afeta um dos principais pontos que nós, seres humanos, precisamos: os relacionamentos.
O IBGE divulgou no último censo que o número de divórcios aumentou mais de 160% entre 2004 e 2014. Além das relações conjugais, as relações profissionais também são afetadas: cerca de 63% das pessoas saem de seus empregos por problemas de relacionamento.
São números altíssimos, você não acha?
Agora, me diga: você já se viu em algumas das situações abaixo:
  • Baixo rendimento profissional
  • Desacreditar de seu próprio potencial
  • Ter medo de desaprovação
  • Não conseguir se comunicar claramente
  • Ter insegurança constante
  • Ansiedade demasiada
  • Cansaço frequente
  • Tensão
  • Sono irregular
  • Respiração ofegante ou falta de ar
Esses são fatores que realmente impactam nosso dia-a-dia e, consequentemente, nos distanciam de nossos objetivos.

Postar um comentário

 
Top