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Jair Bolsonaro (PSL) foi empossado presidente da República às 15h10 (de Brasília) desta terça-feira (1), pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira, logo após fazer um juramento em que prometeu cumprir a Constituição. Apesar da orientação da segurança do governo, o presidente manteve a tradição e desfilou em carro aberto da Catedral de Brasília até o Congresso. 
Em seu discurso de posse, no Congresso Nacional, Bolsonaro prometeu "construir uma sociedade sem discriminação ou divisão". Ele também disse que irá "respeitar as religiões e nossa tradição judaico-cristã".
O presidente ainda afirmou que irá "libertar definitivamente" o Brasil "da corrupção, da criminalidade, da irresponsabilidade econômica e da submissão ideológica".
Após a cerimônia no parlamento, Bolsonaro irá ao Palácio do Planalto onde receberá a faixa presidencial de Michel Temer, que está deixando o cargo.
A Esplanada dos Ministérios recebeu público de todo o Brasil para a posse. De ônibus, avião e em caravanas, apoiadores do presidente eleito começaram a chegar a Brasília no fim de semana.
O empresário André Rhouglas conta que chegou à Praça dos Três Poderes por volta de 6h30. Pegou um lugar na grade, na frente da rampa do Palácio do Planalto, onde Bolsonaro receberá a faixa.
"O importante é estar no meio do povo, no sol na chuva. Mostrar apoio para Bolsonaro, para o Sérgio Moro, para mudar o Brasil", disse ele, que veio de Belo Horizonte, carregando um cartaz com fotos do futuro ministro da Justiça.
A CERIMÔNIA DE POSSE DE JAIR BOLSONARO
Até as 14h desta terça-feira, um total de dez chefes de estado haviam confirmado presença na posse. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, também participam 12 chanceleres, três vice-presidentes, três representantes de organismos internacionais e 18 "autoridades diversas".

Está confirmada a participação dos presidentes de Portugal (Marcelo Rebelo de Sousa), Paraguai (Mario Abdo Benítez), Uruguai (Tabaré Vasquez), Chile (Sebastián Piñera), Bolívia (Evo Morales), Cabo Verde (Jorge Carlos Fonseca) e Honduras (Juan Orlando Alvarado) , além dos primeiros-ministros da Hungria (Viktor Orbán), Israel (Benjamin Netanyahu) e Marrocos (Saadeddine Othmani).

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