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Por: Ezequiel Netto
No início de sua vida cristã, Mahesh trabalhava num hospital psiquiátrico infantil, um dos lugares mais trágicos em que já esteve. As crianças se lambuzavam de fezes, passavam-nas nas paredes e até nele próprio.

Certo dia, o Espírito Santo falou em seu interior: “Esta espécie só sai com oração e jejum”. Apesar de haver estudado quatro anos em um seminário teológico, nada sobre jejum lhe foi ensinado. Ele pensou: jejuar não é privar-se de comida e água? Então, passou a não comer nem beber água.


No quarto dia, Deus mandou que bebesse água, mas ele continuou sem comer até o 14º dia. Nesse ponto, Deus falou novamente com ele: agora é hora de orar!

A partir daí, as crianças começaram a ser curadas. Sua mãe, que tinha uma doença terminal, também foi completamente curada. Foi assim que Mahesh Chavda começou sua longa caminhada nas trilhas de oração e jejum.
No primeiro ano, ele fez vários jejuns de um dia. No segundo ano, passou a fazer jejuns de três dias, depois de sete a 14 dias. Nos 15 anos seguintes dessa caminhada, Deus pediu que fizesse dois jejuns de 40 dias por ano, mais alguns menores, de sete, 14 ou 21 dias. Os outros cristãos não compreendiam sua atitude, mas ele adotou Jesus como modelo e, a cada dia, aprendia um pouco mais sobre os benefícios do jejum com base em Isaías 58.


Apesar de não entender como o jejum funcionava no mundo espiritual, ele logo percebeu que os demônios não se sentiam à vontade quando os cristãos jejuavam. Descobriu também que o jejum estava intimamente relacionado com a manifestação de curas e milagres. Por isso, passou a orientar os membros que pedissem aos parentes ou amigos, quando vinham buscar uma cura na igreja, que jejuassem ou comessem apenas uma salada ou bebessem um copo de suco. Esta atitude demonstrava certo desespero por tocar no Senhor, que é a fonte de toda cura. Sua conclusão é que todo pastor que atua no ministério de cura e libertação deve ter o jejum como estilo de vida.
O livro contém diversos testemunhos de curas, libertações e conversões genuínas em campanhas evangelísticas feitas em cooperação com seu mentor espiritual, Derek Prince.
O autor demonstra irritação quando comenta sobre a atitude de muitos cristãos que jejuam para exigir algo de Deus. Ele crê que a pessoa deve jejuar em humilhação, com anseio pelo Senhor, para buscar a sua face, e não o seu favor.
Sua expectativa é por um grande mover de Deus nestes últimos dias, mas ele entende que existe um custo que acompanha o chamado e a unção divina. Ele crê, também, que o Senhor nos levará ao ponto em que teremos de fazer escolhas difíceis que desafiem algumas das maiores prioridades de nossa vida. O jejum e a oração podem levar a pessoa a uma dimensão que ainda não experimentou em sua vida cristã.
De acordo com ele, se os valores de uma pessoa continuam carnais, você sabe que ela ainda não foi tocada pela glória de Deus. Não raro, pessoas que passaram anos em uma igreja começam a considerar os relatos da glória de Deus nas reuniões como algo normal. “Ah, eu conheço isso. Já ouvi falar a esse respeito durante toda a minha vida.”
Digo a elas: “Não, você não compreende. Você simplesmente ouviu falar e sabe a respeito de algo histórico, de algum acontecimento. Você não conhece nem provou a maravilha da sua glória!”
O livro explica os diferentes tipos do jejum e responde a algumas perguntas comuns como:

• Quanto tempo é suficiente?
• Por que me sinto tão mal quando jejuo se jejuar é tão bom?
• O jejum vai curar alguma coisa?
• E se, num momento de fraqueza, eu quebrar o jejum?


O livro termina apontando para uma nova reforma na humanidade que acontecerá a partir de jejum e oração coletivos, e que está relacionada ao avivamento do final dos tempos. Ele profetiza, dizendo: “A palavra antiga é oração. A palavra nova é orar em grupo”.
Deus quer levar-nos adiante, além da vitória para alcançar o triunfo, numa unção nova e especial. Com essa unção, nosso ministério não será apologético, morno e apático. Será profético e apostólico. Isso só acontecerá com oração e jejum.
OS BENEFÍCIOS DO JEJUM
• Revelação
• Cura e integridade
• Justiça
• A presença da glória de Deus
• Orações respondidas
• Direção contínua
• Contentamento
• Refrigério
• Força
• Obras que permanecem (como um fluir eterno da primavera)
• Educação de gerações futuras
• Restauração

POR QUE DEVEMOS JEJUAR?
• Obediência à Palavra de Deus
• Para nos humilhar
• Para vencer a tentação em áreas especificas
• Para sermos purificados do pecado
• Para tornar-nos fracos a fim de que o poder de Deus seja forte
• Para liberar a unção
• Em tempos de crise
• Para buscar a direção divina
• Por entendimento e revelação divina

Testemunho
Ao ler esse livro, fui muito encorajado a permanecer numa posição que tomara dois meses antes de lê-lo. Eu havia começado a orar com um irmão na minha cidade (Jundiaí) que fazia parte de outra comunidade. Mahesh fala sobre ser fiel, não importando a quantidade ou intensidade. Se você ora ou jejua uma vez por semana, seja fiel e faça uma vez regularmente. Se for uma vez a cada quinze dias, seja fiel da mesma forma.
Ao ler esse conselho, fiquei motivado a ser fiel. Convidei muitos irmãos, de diversas comunidades diferentes, para vir orar conosco. Alguns até vieram a uma ou outra reunião de oração, mas não houve continuidade. É verdade que o nosso horário de oração não era muito agradável: às 5h30 da manhã, toda quarta-feira.

Confesso que não foi fácil. Fizemos isso por sete anos; eu, este irmão e alguns outros queridos que uma vez ou outra apareciam. Na maioria das vezes, éramos só nós dois; algumas vezes, era só meu companheiro de oração porque eu estava viajando.
O desafio, de acordo com Mahesh, é ser fiel. E Deus, nestes dois últimos anos, tem agregado mais irmãos. Vimos nossas comunidades se unirem, depois nos juntamos a mais duas comunidades e passamos a orar neste mesmo horário em dois dias da semana ao invés de só um.
Hoje, já estamos orando de segunda à sexta-feira, das 5h30 às 7h00. Temos uma vigília de 24 horas de oração uma vez por mês, que funciona há mais de dois anos. Esse mover estendeu-se aos pastores da cidade que se encontram para orar uma vez por semana durante uma hora; reunião que acontece há dois anos também.
O que Mahesh fala, no livro sobre jejum também, foi muito importante, pois me senti mais motivado a praticá-lo. Ele explica que o jejum limpa o canal de comunicação com Deus, o que foi muito esclarecedor para mim. Somos o canal que Deus quer usar, e precisamos estar desimpedidos. Quanto mais limpos e sensíveis, mais facilmente ouviremos a voz do Senhor. Precisamos jejuar mais com o objetivo de ouvir a voz de Deus.
Abnério Mello Cabral, pastor de uma das quatro igrejas de Jundiaí, SP, que se uniram para formar uma comunidade.
Recomendações
•Mahesh Chavda tem experimentado a graça de Deus por meio do jejum numa maneira que tem produzido muitos frutos. Ele é um homem que possui profunda paixão e zelo por Jesus, e esse amor o tem motivado a buscar os lugares profundos do coração de Deus. Mahesh tem uma experiência pessoal profunda nessa área. Seus conhecimentos serão inspiração e instrução a muitos. Eu recomendo este livro.

Mike Bickle, diretor de IHOP (Casa Internacional de Oração) em Kansas City, EUA. Informações: mikebickle.org

•Tem sido um grande privilégio conhecer e andar com Mahesh Chavda por mais de 20 anos. O ministério e os ensinamentos dele vêm de realidade e experiência. Este livro é mais do que um manual de “teologia de oração e jejum”. Você tem em mãos uma dinamite carregada de poder espiritual que vem dos pioneiros da idade moderna, que foram praticantes e não somente ouvintes. Sua fome de Deus aumentará, e seu apetite pelo mundo diminuirá ao devorar este livro. O jejum se tornará um deleite, e não apenas um sacrifício!
Jim W. Goll, presidente de Encounters Network, autor de Arte Perdida da Intercessão e O Poder Profético da Visão. Informações: www.ministrytothenations.org
•O jejum era uma prática cristã normal, mas, durante a maioria da minha experiência cristã, esteve “fora de moda”. Muitos procuram soluções rápidas e fáceis para seus problemas; querem espiritualidade instantânea sem disciplina ou sacrifício. Temos alimentos instantâneos, aprovação de crédito instantânea. Há poucas coisas que nos fazem esperar hoje em dia. Por isso, além de qualquer outra coisa que o jejum venha a ser, é também uma forma de espera – e de uma espera inconfortável. É algo que contraria a tendência do nosso tempo.
A prática da oração não tem sido melhor do que a do jejum. A confissão número um que tenho ouvido de cristãos que vão à igreja, ao longo dos meus 30 anos de ministério, é que não conseguem orar regularmente. É mais fácil fazer qualquer outra coisa do que orar.
Estou feliz em poder recomendar este livro de Mahesh Chavda. Seu valor não está nos conselhos sábios de como se deve orar e jejuar, na identificação dos motivos certos, nas recomendações para evitar práticas humanas ou legalísticas, nem mesmo nas descrições detalhadas de seus benefícios. O verdadeiro poder do livro é que foi escrito por alguém que, pela graça de Deus, tem experimentado o poder que vem de uma vida de oração e jejum e, ao mesmo tempo, tem evitado tentações de legalismo e orgulho espiritual que sempre atacam aqueles que praticam isso.
Jack Deere, autor de Surpreendido pelo Poder do Espírito. Informações: www.wellspringdfw.org/jack-deere

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O PODER SECRETO DA ORAÇÃO E DO JEJUM
Mahesh Chavda

Para adquirir este livro:
(19) 3462-9893
www.revistaimpacto.com.br

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