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Foi publicada hoje no Diário Oficial do Estado a nomeação da ex-deputada estadual Mara Caseiro como diretora-presidente da FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul).
Há algumas semanas, ela vem participando de reuniões com técnicos da instituição e classe artística, a fim de definir metas e traçar estratégias para realizar uma gestão democrática e participativa.

"O governador Reinaldo Azambuja confiou a mim esse trabalho, e eu quero desempenhar da melhor maneira possível. Estamos tomando ciência dos principais projetos, da questão orçamentária e da estrutura que temos. Nosso objetivo é fazer uma gestão aberta, com a participação de todos", afirmou.

A primeira missão de Mara Caseiro será o Carnaval 2019. Mas o governador já deu outras determinações prioritárias para a nova gestora da Fundação de Cultura do Estado.
Entre elas, a recuperação do Centro Cultural José Otávio Guizzo, que abriga o teatro Aracy Balabanian, e a Casa do Artesão, ambos em Campo Grande; o Castelinho, em Ponta Porã, e o patrimônio histórico de Corumbá.

"Também já estamos trabalhando nos festivais de Bonito e América do Sul, muito importantes para a divulgação cultural do nosso Estado", complementou.

Com a intenção de interiorizar atividades como dança, teatro, música, artes plásticas e artesanato, Mara Caseiro pretende promover circuitos pelos principais municípios de Mato Grosso do Sul. 
Mara busca ainda uma agenda com o ministro da Cidadania, Osmar Terra, e o secretário nacional da Cultura, Henrique Medeiros Pires, para falar sobre os principais projetos a serem desenvolvidos, além da captação de recursos para sua execução.

Para conseguir mais recursos para o setor, ela também pretende buscar parcerias com empresários e fazer uso da Lei Rouanet. 

Carreira


Mara é natural de Umuarama, no estado do Paraná, e é formada em Odontologia. Ingressou na carreira política em 1992, quando foi candidata a vice-prefeita de Eldorado. 

A primeira vitória nas urnas foi em 1996 como vereadora. Em 2000, assumiu o comando do município, cargo para o qual foi reeleita em 2004. Chegou ao Legislativo em 2011, onde permaneceu por dois mandatos.

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