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Os prêmios dos bois Europa e China encolheram nesta semana de R$ 1 a R$ 2, conforme a praça, mas na média paulista pode-se apontar o primeiro a R$ 159 e o segundo brigando pelo R$ 158. Da temporada de desova não escapam nem os animais mais demandados para exportação, menos ainda os comuns para o mercado interno, que seguem no ritmo da safra em paralelo às pastagens perdendo massa.
Glauco Franco, do Grupo Franco, confinador no Norte de São Paulo e comprador de vaca para recria no Mato Grosso, Goiás e Pará, confirma o macho a R$ 155. E a pressão chegou também nas novilhas, em cujo lote, vendido nesta sexta (17), ele conseguiu a R$ 148/@ "brigando".
Na vaca, a oferta inicial dos frigoríficos é de R$ 141, mas a regularidade e o volume que Franco oferece aos compradores permite que brigue pelos R$ 144/145.
Tudo puxado para baixo pelo boi, que na média da Agrifatto, para SP, termina a semana recuando 0,70% e 0,26% no dia, para abrir a segunda valendo R$ 155,27 à vista. Em Fartura, negócios foram registrados em R$ 154.
Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas estiverem estáveis para a consultoria, respectivamente R$ 144,07, R$ 144 e R$ 148. No Pará, a média caiu 0,70%, fechando em R$ 137.
A Scot Consultoria levantou o mercado em estabilidade, de Norte a Sul literalmente. Em São Paulo, nos registros da empresa há dias que o boi à vista está nos R$ 154 e o parcelado em R$ 156.
Em valores, a Scot apresentou uma média ligeiramente menor para o Mato Grosso do Sul e Goiás, mas igual em Minas como a Agrifatto.
B3
O contrato que mais interessa agora é o outubro, que avançou para R$ 163,90, depois de abrir a semana em R$ 161.
O número e contratos aumenta também.
Nos dois casos, aposta-se que a demanda da China cresça no segundo semestre, com o agravamento da peste suína africana, em plena entressafra do boi.
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Por: Giovanni Lorenzon
Fonte: Notícias Agrícolas

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