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Geovane Gasper Neves de Oliveira, de 25 anos, assassinado na manhã de sábado (6), já foi preso em 2016 acusado de integrar quadrilha que ameaçava eleitores durante campanha. Ele foi executado a tiros enquanto estava em uma camionete na Avenida Internacional em Sete Quedas, região de fronteira a 484 quilômetros de Campo Grande.
Conforme as informações da polícia na época, foram presos outros homens de 26, 28, 36 e 47 anos com Geovane, que em 2016 tinha 22 anos. Eles eram moradores em Paranhos e foram presos em uma estrada vicinal com várias armas ilegais, supostamente utilizadas para ameaças e compra de votos de eleitores do município.
A ação feita pela Polícia Militar foi designada pela Casa Civil do Estado para verificar a situação de compra de votos em aldeias e assentamentos rurais na região de fronteira. Os policiais acabaram localizando a quadrilha dentro do Custon prata. No veículo foram encontradas pistolas 380mm, pistolas calibre 9mm e um fuzil 7,62mm com carregador municiado.
Todos foram detidos pelo porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.
Execução
Geovane estava na F-1000 com placas do Paraguai quando foi surpreendido pelos assassinos. Ele estava com outro rapaz como passageiro, que seria um brasileiro que utilizava documentos falsos, quando a motocicleta com dois ocupantes emparelhou com o veículo.
Os suspeitos teriam ordenado que o motorista parasse e atiraram. Ao todo foram colhidas no local 40 cápsulas de calibre 9mm, de uso restrito. Os pistoleiros fugiram na motocicleta sem placa e não foram localizados.
Equipes da Polícia Militar e Polícia Civil estiveram no local, além da polícia paraguaia. O caso será investigado pelas equipes da Delegacia de Tacuru.
(Foto: Arquivo)

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