0




Dourados (MS), 20 de novembro – O Departamento de Operações de Fronteira (DOF), através do 2º Sgt QPPM Elvis de Ávila Cardoso, participou do Curso de Atendimento Pré-Hospitalar Tático, ministrado pelas Forças Especiais do Exército dos Estados Unidos, entre os dias 11 a 15 de novembro de 2019, em Brasília, DF. O Sgt Ávila está lotado no DOF desde 8 de abril de 2019, egresso do Batalhão de Polícia Militar de Choque – BPMChoque, de Campo Grande.

O curso de APH Tático teve como objetivo o manejo e o transporte de vítimas traumáticas, em locais de conflito armado.
As vagas para o Mato Grosso do Sul foram oportunizadas através de ações conjuntas no combate aos crimes transfronteiriços entre a Secretária de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e a Secretaria Nacional de Operações Integradas (SEOPI), do Ministério de Justiça e Segurança Pública.
As aulas ocorreram na Academia da Polícia Federal e no Centro de Operações Especiais da Polícia Rodoviária Federal, com uma carga/horária de 40h, entre aulas teóricas e práticas.
Participaram da formação continuada agentes da Segurança Pública do Departamento de Operações de Fronteira; Polícia Militar Rodoviária; e, Batalhão de Operações Especiais da PMMS; Grupo de Operações Especiais da PRF; Grupo de Operações Especiais da PF; e, Batalhão de Polícia de Fronteira, do Estado do Paraná.
Segundo seus organizadores, o curso de APH Tático atua no protocolo TCCC (TC3), que significa “Tactical Combat Casualty Care”, amplamente utilizado por médicos das forças armadas americanas em situações combate. O tratamento imediato das vítimas, a prevenção de novas vítimas e o cumprimento da missão são os principais pontos positivos evidenciados na adoção do protocolo TCCC (TC3).
O Exército Americano evidenciou que, entre as várias disciplinas adotadas, está o destaque à aplicação de táticas de retirada das vítimas em momento de conflito, bem como, o tratamento de perfurações, hemorragias e hipotermia. “As unidades militares que treinaram, todos os seus membros, com os protocolos TCCC (TC3) registraram menor índice de mortes evitáveis, nas atuações extremas no campo de batalha”, concluiu um dos militares instrutores.

Assecom/DOF/Sejusp

Postar um comentário

 
Top