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Waldemar Pereira Rivas, o "Cachorrão", foi detido na noite de sexta-feira em Pedro Juan Caballero

Waldemar Pereira Rivas, o “Cachorrão”, foi preso na noite de sexta-feira (1º), em Pedro Juan Caballero, na divisa com Ponta Porã, distantes 323 km de Campo Grande. Ele é o principal suspeito de mandar executar o jornalista Léo Veras no dia 12 de fevereiro.

Léo Veras era o proprietário do site Porã News, um dos principais jornais policiais da fronteira com o Paraguai.

De acordo com o ABC Color, agentes da 7a Delegacia do Bairro Jardim Aurora efetuaram a prisão de Waldemar, considerado um dos mais membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) mais perigosos na fronteira do Brasil com o Paraguai.

Waldemar estava dentro de um veículo, sob efeito de álcool, e foi detido durante inspeção preventiva. Ele foi encaminhado para o Departamento de Investigação Criminal da Polícia de Amambay.

De acordo com o jornal paraguaio, o elemento que vincula Cachorrão ao assassinato de Léo Veras é a sua camionete Jeep Renegade, utilizada pelos membros da facção que mataram o jornalista. No Brasil, Cachorrão é condenado a 17 anos de prisão. No mesmo mês do assassinato, ele negou que tivesse mandado matar Léo Veras e afirmou que era amigo próximo do jornalista e de sua família. 

O caso 

Léo Veras jantava com a família por volta de 20h de quarta-feira (12/02/2020), em Pedro Juan, quando três pistoleiros encapuzados invadiram a casa no Jardim Aurora e o atingiram com vários tiros de pistola 9 milímetros e fuzil. Os bandidos fugiram no mesmo carro que usaram para chegar ao local, um Jeep Cherokee branco. Leo chegou a ser levado para um hospital particular em Pedro Juan Caballero, mas não resistiu aos ferimentos. 

Policiais apresentam Waldemar Pereira, o Cachorrão, na noite de sexta ©ABC Color

Por: CAMPO GRANDE NEWS
Por: Gabriel Neris

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